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terça-feira, 28 de julho de 2009

Democracia dos Negócios

Incluir o cliente como figura central de qualquer iniciativa de marketing, significa estabelecer com ele um diálogo contínuo e entender seu comportamento prestando atenção em suas atitudes nas ruas, bares, trabalho, exposições, redes sociais e, especialmente usando um produto ou serviço, com o objetivo de oferecer soluções que, de fato, melhorem suas vidas.

Estas atitudes, quando institucionalizadas, se refletem em uma democracia dos negócios, que antende tanto os interesses econômicos dos acionistas, quanto da sociedade. Dessa forma, cria-se um ambiente mais interessante para as empresas, que lucram com a oferta de produtos e serviços alinhada com as necessidades e desejos das pessoas e com a valorização da sua marca; e para os clientes, que realizam suas compras com base na confiança e no relacionamento estabelecido com a empresa.

Repare quantas vezes sua empresa observou as pessoas usando os serviços oferecidos por ela ou se alguma vez os usuários foram incluídos no processo de pesquisa de um novo produto.

De um modo geral, as pessoas valorizam cada vez mais as marcas que se relacionam com seus clientes e devolvem para a sociedade parte dos lucros obtidos, essa reflexão aponta para a importância de um modelo de negócio sustentável, onde cada iniciativa precisa gerar valor para a marca, para seus clientes e para a sociedade.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Novos Caminhos


Em meio à crise mundial, devemos nos perguntar frequentemente: o que está acontecendo com o emprego no mundo?

É notável a redução de oportunidades em posições tradicionais, onde as pessoas são pressionadas (e avaliadas) cada vez mais pela rapidez na execução de atividades e repetição de sucessos conseguidos no passado. Essas características remontam a era industrial - produção em massa – onde o trabalhador era visto como custo.

Empresas alinhadas com esse modelo de negócio dedicam-se a executar melhor as mesmas atividades: estão focadas na eficácia.

Acredito, no entanto, que estamos presenciando uma modificação importante no que se entende por trabalho.
As oportunidades são crescentes em posições que valorizam pessoas que questionam “por que fazer” antes do modelo automático do “como fazer”, e as empresas que já entenderam a importância dessas pessoas crescem de forma sutentável e retribuem a elas - e a sociedade - parte dos benefícios obtidos. Estão focadas na eficiência.

O modelo de negócio se modifica, então, do foco excessivo do “como fazer melhor” para o “por que fazer” e “como fazer diferente”, valorizando os profissionais pelo Intra-empreendedorismo, Colaboração e, principalmente, Criatividade (representa a emergência de algo único e original - Anderson, 1965).

Portanto, o desafio mais importante que as empresas passam a enfrentar está muito além de superar a concorrência, mas em identificar o potencial criativo e os sonhos das pessoas, motivar constantemente e oferecer autonomia para experimentar, para que elas possam descobrir e desenvolver suas aptidões técnicas naturalmente.

Com isso, alguns empreendimentos e parte da sociedade começam a andar juntos em direção oposta ao senso comum.

E você, em que direção está andando?


Referências:
O dia a dia.
The Brand Gap, A Estratégia do Oceano Azul, O Artífice.
Blog: www.sitiosolidao.blogspot.com

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