Resultado da primeira ação inovadora criada (e executada) para a COAD em um evento tradicional de mercado: http://www.flickr.com/photos/coad/sets/72157622412758871/
Divirta-se.
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Além do senso comum
Conseguir pessoas que se interessem por seu produto ou serviço e que tenham o perfil alinhado com aquele que sua empresa sempre sonhou é uma missão cada dia mais difícil. Com uma pressão enorme por novas vendas, os executivos transmitem para sua equipe a responsabilidade por bons resultados. No entanto, essa pressão transforma-se rapidamente em uma ansiedade descontrolada que traz a reboque uma panacéia de atividades sem sentido e, o pior, sem conceito.
Com isso, os esforços para atrair um público qualificado são variados e com orçamentos cada vez maiores, entretanto as ações são concentradas em destacar as características da marca e não estabelecem uma relação mais humana com seus consumidores.
Para conversar com um público mais exigente que espera de produtos e serviços muito mais que apenas seu funcionamento básico, é importante que um relacionamento emocional seja estabelecido. Para isso, o pensamento criativo passa ser a chave para alavancar oportunidades antes não percebidas e oferecer uma visão oposta ao senso comum.
A diferenciação que a criatividade pode proporcionar é imensurável, principalmente quando se trata de ideias que trazem a emoção das pessoas à tona.
Com isso, os esforços para atrair um público qualificado são variados e com orçamentos cada vez maiores, entretanto as ações são concentradas em destacar as características da marca e não estabelecem uma relação mais humana com seus consumidores.
Para conversar com um público mais exigente que espera de produtos e serviços muito mais que apenas seu funcionamento básico, é importante que um relacionamento emocional seja estabelecido. Para isso, o pensamento criativo passa ser a chave para alavancar oportunidades antes não percebidas e oferecer uma visão oposta ao senso comum.
A diferenciação que a criatividade pode proporcionar é imensurável, principalmente quando se trata de ideias que trazem a emoção das pessoas à tona.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Aos 4Ps, acrescente o "I"
Em alguns departamentos de marketing tradicionais há uma certa resistência sobre a possibilidade de utilizar modelos de análises e pesquisas que valorizem principalmente a observação e o diálogo contínuo com os clientes. No entanto, observo que o clichê "foco no cliente" continua em voga nas escolas de marketing e no dia a dia dos gerentes. Mas como pode ser instituído na prática o tão falado "foco no cliente", com as novas possibilidades de interação que o ambiente online nos oferece?
Essa pergunta nos leva naturalmente a um universo de possibilidades, porém, existem alguns fatores fundamentais que precisam ser ampliados desde já na visão do marketing tradicional, são eles:
1 - Possibilidade de obtenção rápida de feedback sobre o uso de produtos/serviços e criação colaborativa de produtos entre empresas, clientes e fornecedores;
2 - Atualmente os clientes sabem como é o atendimento pós venda antes mesmo de comprarem um novo produto, isto é consequencia do compartilhamento na web de informações de pessoas que já o compraram. Dessa forma, o preço passa a ter menos importância.
3 - Concorrência global e oferta de produtos de acordo com as preferências dos usuários;
4 - O processo de decisão de compra é fortemente influenciado pelo boca a boca. É preciso entender a dinâmica que faz consumidores ajudarem consumidores;
Os itens citados exercem uma forte pressão sobre a lucratividade das empresas e afetam diretamente o conceito tradicional dos 4Ps do mix de marketing (Produto, Preço, Ponto de venda e Promoção). Esses dois aspectos em conjunto apontam para uma necessidade iminente de revisão do modelo de marketing tradicional e consequentemente atualização de seus profissionais.
Acredito em um modelo inovador, que retirem os profissionais de marketing de sua zona de conforto e exija deles experimentação, com um pensamento além do contexto tradicional, que é baseado em análises de cenários mercadológicos que já ocorreram; como se estivessem sempre olhando pelo retrovisor, e não para frente. Resultando em longos relatórios que exigem meses de produção e inviabilizam ações rápidas e pontuais.
Proponho análises criativas, que tenham como objetivos a previsão de comportamentos futuros e recomendações de conteúdos relevantes para cada perfil de cliente; seja um novo produto, serviço ou mesmo uma dica de o que fazer em um sábado à noite.
Para isso, é necessário que haja uma visão gerencial clara da importância de utilizar a tecnologia a reboque de estudos complexos de modelagem e relacionamento de conteúdo, psicologia, filtragem colaborativa, avaliação das afinidades entre pessoas nas redes sociais, entre outras abordagens.
Sugiro, portanto, inserir ao modelo tradicional dos 4Ps, o "I" de Interatividade. Com isso, o foco no cliente será muito mais do que um clichê dos departamentos de marketing tradicionais e teremos, então, um novo modelo de marketing: O modelo dos 4ps + I.
Algumas perguntas a serem respondidas por vocês:
Qual o perfil do novo profissional de marketing para encarar esses desafios?
Que cursos de especialização são necessários?
Onde estão esses profissionais, que precisam ter conhecimento sobre pessoas e tecnologia?
Marcadores:
Criatividade,
Inovação,
Marketing. Interatividade,
Planejamento
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Olhe de dentro para fora e de fora para dentro
Sabe-se que as insistentes tentativas de definir arte têm se modificado ao longo do tempo. Existem diferentes afirmativas; desde uma técnica ou processo utilizado para realizar com excelência uma determinada atividade, até a capacidade de expressar sentimentos de forma original, ligada muitas vezes à iniciativas estéticas.
Nesse post vou me ater à segunda questão: arte como uma maneira de expressar originalmente os sentimentos, pois separa claramente a expressão da técnica e a criação da forma.
A busca do artista pelo original reflete um desejo latente de expressar seus sentimentos. Um estímulo interior irresistível de produzir por conta própria (com autonomia) que traz à tona, em alguns momentos, sua própria psique inconsciente.
Esse incessante desejo quando representado por alguma forma estética, expõem os sentimentos e a sensibilidade do artista em relação a sua percepção da vida e faz com que o processo criativo seja uma "luta" interna para superar seus próprios limites, onde há uma enxurrada de sentimentos, tais como: desejo, ansiedade, tristeza, angústia, prazer, curiosidade.
A satisfação de um artista ao encontrar uma forma autoral, revela-se muitas vezes como um paradoxo; uma percepção de estranhamento, espanto, senso de inadequação e fascínio de quem observa o resultado final: a arte original. As diferentes sensações vividas pelo artista em relação as pessoas que "consomem" sua obra são inúmeras, porém facilmente entendidas devido a criação do novo onde antes não existia nada igual.
Portanto, entendo que a criação original é resultado de inúmeros fatores, mas em especial da busca pelo novo, das referências pessoais de vida e do autoconhecimento do artista. A interpretação de quem observa a obra não é tão relevante ao ponto de modificar o estilo e a motivação de quem cria, pois este continuará experimentando e buscando pela sua forma autoral.
Levanto algumas questões para reflexão:
Você acredita que as pessoas que consomem a arte podem julgar a originalidade ou o belo?
Os olhos de quem assiste a obra é importante ao ponto do artista modificar seu estilo, seja na composição musical, nas artes plásticas, na literatura, etc?
Os filtros impostos pela mídia podem influenciar artistas atribuindo critérios discutíveis de originalidade e beleza para obras artísticas?
Nesse post vou me ater à segunda questão: arte como uma maneira de expressar originalmente os sentimentos, pois separa claramente a expressão da técnica e a criação da forma.
A busca do artista pelo original reflete um desejo latente de expressar seus sentimentos. Um estímulo interior irresistível de produzir por conta própria (com autonomia) que traz à tona, em alguns momentos, sua própria psique inconsciente.
Esse incessante desejo quando representado por alguma forma estética, expõem os sentimentos e a sensibilidade do artista em relação a sua percepção da vida e faz com que o processo criativo seja uma "luta" interna para superar seus próprios limites, onde há uma enxurrada de sentimentos, tais como: desejo, ansiedade, tristeza, angústia, prazer, curiosidade.
A satisfação de um artista ao encontrar uma forma autoral, revela-se muitas vezes como um paradoxo; uma percepção de estranhamento, espanto, senso de inadequação e fascínio de quem observa o resultado final: a arte original. As diferentes sensações vividas pelo artista em relação as pessoas que "consomem" sua obra são inúmeras, porém facilmente entendidas devido a criação do novo onde antes não existia nada igual.
Portanto, entendo que a criação original é resultado de inúmeros fatores, mas em especial da busca pelo novo, das referências pessoais de vida e do autoconhecimento do artista. A interpretação de quem observa a obra não é tão relevante ao ponto de modificar o estilo e a motivação de quem cria, pois este continuará experimentando e buscando pela sua forma autoral.
Levanto algumas questões para reflexão:
Você acredita que as pessoas que consomem a arte podem julgar a originalidade ou o belo?
Os olhos de quem assiste a obra é importante ao ponto do artista modificar seu estilo, seja na composição musical, nas artes plásticas, na literatura, etc?
Os filtros impostos pela mídia podem influenciar artistas atribuindo critérios discutíveis de originalidade e beleza para obras artísticas?
quarta-feira, 1 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Novos Caminhos

Em meio à crise mundial, devemos nos perguntar frequentemente: o que está acontecendo com o emprego no mundo?
É notável a redução de oportunidades em posições tradicionais, onde as pessoas são pressionadas (e avaliadas) cada vez mais pela rapidez na execução de atividades e repetição de sucessos conseguidos no passado. Essas características remontam a era industrial - produção em massa – onde o trabalhador era visto como custo.
Empresas alinhadas com esse modelo de negócio dedicam-se a executar melhor as mesmas atividades: estão focadas na eficácia.
Acredito, no entanto, que estamos presenciando uma modificação importante no que se entende por trabalho.
As oportunidades são crescentes em posições que valorizam pessoas que questionam “por que fazer” antes do modelo automático do “como fazer”, e as empresas que já entenderam a importância dessas pessoas crescem de forma sutentável e retribuem a elas - e a sociedade - parte dos benefícios obtidos. Estão focadas na eficiência.
O modelo de negócio se modifica, então, do foco excessivo do “como fazer melhor” para o “por que fazer” e “como fazer diferente”, valorizando os profissionais pelo Intra-empreendedorismo, Colaboração e, principalmente, Criatividade (representa a emergência de algo único e original - Anderson, 1965).
Portanto, o desafio mais importante que as empresas passam a enfrentar está muito além de superar a concorrência, mas em identificar o potencial criativo e os sonhos das pessoas, motivar constantemente e oferecer autonomia para experimentar, para que elas possam descobrir e desenvolver suas aptidões técnicas naturalmente.
Com isso, alguns empreendimentos e parte da sociedade começam a andar juntos em direção oposta ao senso comum.
E você, em que direção está andando?
Referências:
O dia a dia.
The Brand Gap, A Estratégia do Oceano Azul, O Artífice.
Blog: www.sitiosolidao.blogspot.com
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Marcadores:
Criatividade,
Emprego,
Inovação,
Sustentabilidade
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